Zubeldía justifica escolha por John Kennedy em pênalti perdido pelo Fluminense
Savarino acertou a sua cobrança como solicitado, mas o Tricolor teve outra oportunidade e acabou desperdiçando com John Kennedy O Fluminense conquistou a clas...
Savarino acertou a sua cobrança como solicitado, mas o Tricolor teve outra oportunidade e acabou desperdiçando com John Kennedy
O Fluminense conquistou a classificação para as oitavas de final da Copa do Brasil após vencer o Operário por 2 a 1, com gols de Savarino e Acosta, em partida disputada na última terça-feira, no Maracanã.
Entretanto, o que chamou atenção foi o pênalti desperdiçado por John Kennedy. Vale destacar que o clube carioca abriu o placar com Savarino, que converteu uma penalidade e viu Acosta ampliar o placar após passe de Nonota. Mas, quando podia matar a partida, viu o atacante isolar a bola.
Durante coletiva de imprensa após a partida, o técnico Luis Zubeldía justificou as escolhas dos batedores para o jogo. “Sempre colocamos dois batedores. Colocamos um encarregado pelo pênalti, neste caso é o Savarino, e um segundo, que é o John Kennedy”.
Expôs estratégia do Tricolor na partida
“Sempre colocamos dois por esta situação, para uma situação se temos dois penais, para uma situação em que Savarino não quer bater o segundo e tem uma opção concreta. Tem treinador que tem um batedor, nós temos sempre dois. Está programado”.
Zubeldía ainda apontou que não converter a penalidade deixou a equipe em uma situação mais delicada na partida. “Poderíamos fazer o terceiro (gol). Não deu, terminamos sofrendo, tivemos mais chances. No final passamos, o que era a prioridade. Uma partida em que fizemos 70, 80 minutos muito bons, que poderíamos fazer três a zero no marcador, mas terminamos sofrendo”.
O Tricolor quase foi castigado
O Tricolor das Laranjeiras parecia ter o confronto controlado, mas após um cruzamento de Edwin Torres, Jemmes não conseguiu fazer o corte e Felipe Augusto aparece para descontar e deixar o Operário vivo na partida.
“Alguns gols são evitáveis. Não falei com Jemmes sobre o que aconteceu no cruzamento (do gol do Operário). Quando parecia que ele tinha controlada para cortar, não sei o que pensou”.
“Está certo que, estatisticamente, estamos tomando gols, às vezes não por domínio (do adversário), algumas vezes por coisas pontuais. Não sei te dizer o porquê. Pode ser um pouco de insegurança porque não estávamos ganhando, o momento do ano. É algo que temos que melhorar. Temos as condições de melhorar”.